Para quem passou a vida achando que era preguiça, desorganização ou falta de esforço.
Um processo estruturado para entender como a sua atenção, a sua memória e a sua organização realmente funcionam.
Falar sobre a avaliaçãoAtendimento particular. Não sou credenciada a convênios nem planos de saúde.
Você começa muitas coisas e termina poucas, e não é por falta de vontade.
Relê o mesmo parágrafo três vezes até ele entrar.
Ouviu a vida inteira que é inteligente, mas que não se aplica.
Já tratou ansiedade ou depressão, melhorou, e mesmo assim alguma coisa continuou não fechando.
A avaliação não é um teste que decreta o que você tem. É um processo que descreve como você funciona, com instrumentos padronizados, e organiza esses achados num documento que pode ser usado por você e pelos profissionais que te acompanham.
Não é uma conversa nem um questionário de internet. São instrumentos padronizados, aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia, aplicados presencialmente. Eles transformam queixa subjetiva em dado objetivo: o seu desempenho é comparado com parâmetros normativos da sua faixa etária e escolaridade.
Nenhum instrumento isolado fecha um diagnóstico. O que sustenta a conclusão é a convergência entre a sua história, a observação clínica e o desempenho nos testes. Por isso a entrevista pesa tanto quanto a testagem.
Acontece ao longo de algumas semanas, em mais de um encontro. Não é possível fazer em uma sessão só, e desconfie de quem oferecer isso.
Sou neuropsicóloga e conduzo pessoalmente todas as etapas, da primeira entrevista até a devolutiva. Meu compromisso é que você entenda o que está escrito no seu laudo. Documento que a pessoa avaliada não compreende não serve para nada.
Ela abre o meu WhatsApp com a mensagem já escrita. A gente conversa antes de marcar qualquer coisa, para eu entender o seu caso e te dizer se a avaliação é mesmo o caminho.
Algumas semanas, contando entrevista, testagem, correção e devolutiva. O prazo exato depende do número de instrumentos que o seu caso pede, e eu te digo isso já na primeira conversa.
Um encontro de devolutiva, onde eu te explico os achados, e o laudo psicológico por escrito, elaborado conforme a Resolução CFP 06/2019. O laudo é seu e você decide para quem mostrar.
Não. Muita gente chega encaminhada por psiquiatra ou neurologista, mas você pode buscar a avaliação por conta própria.
Ela investiga e descreve o seu funcionamento cognitivo com instrumentos padronizados, e as conclusões vão no laudo. Em muitos casos esse documento é o que sustenta a conclusão diagnóstica junto ao médico que te acompanha.
O laudo é o documento técnico que costuma ser solicitado nessas situações. Me diga na primeira conversa qual é a finalidade, porque isso influencia o que precisa constar no documento.
Não sou credenciada a nenhum convênio, o atendimento é particular. Emito recibo, e algumas operadoras aceitam esse documento para pedido de reembolso, mas isso varia de plano para plano e a solicitação é feita por você diretamente com a sua operadora.
Eu passo os valores no WhatsApp, antes de qualquer agendamento. Prefiro falar disso depois de entender o seu caso, porque a extensão da avaliação varia conforme o que precisa ser investigado.
Entender como você funciona muda o que você cobra de si mesma
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